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Associação que pede reparação de vítimas de empresas na ditadura militar é lançada

Metalúrgicos da CUT participaram do evento de lançamento em São Paulo, no dia 6 de dezembro

Publicado: 11 Dezembro, 2024 - 11h40 | Última modificação: 11 Dezembro, 2024 - 11h47

Escrito por: Redação CNM/CUT*

Reprodução Youtube IIEP - Memória Operária
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Leitura do manifesto da AAPR (Associação de Ativistas Por Reparação), no ato em São Paulo

A CNM/CUT esteve presente no dia 6 de dezembro no ato de lançamento da Associação de Ativistas por Reparação: Contra a Impunidade das Violações Cometidas Desde a Ditadura (AAPR). O evento ocorreu na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo (SP).

O ato reuniu trabalhadores, juristas, vitimados e familiares, sindicalistas, acadêmicos, pesquisadores, defensores dos direitos humanos, que buscam garantir responsabilização das empresas que foram cúmplices da violência do regime militar no Brasil. 

“A CNM/CUT é defensora dos direitos humanos, e tem que ser investigada toda e qualquer instituição ou empresa que tiveram atos que feriram os direitos humanos na ditadura. Elas precisam ser penalizadas por isso, essa é a posição da nossa Confederação. Lutamos para que não haja mais ataques aos direitos humanos e muito menos à democracia”, afirmou o presidente da CNM/CUT, Loricardo de Oliveira.

* Com informações de Tutaméia e IIEP