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CNM/CUT parabeniza CUT pelos 43 anos de luta e conquistas

Presidente Loricardo destaca trajetória de conquistas e reforça defesa da redução da jornada sem corte nos salários

Publicado: 28 Agosto, 2026 - 22h46

Escrito por: Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão

CNM/CUT
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Entre as prioridades deste período está a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) completa 43 anos nesta sexta-feira (28), celebrando uma trajetória ligada à defesa da democracia, dos direitos sociais e da organização da classe trabalhadora em todo o Brasil em diferentes períodos históricos.

Desde sua fundação em 1983, a Central já participa das principais mobilizações nacionais. Neste aniversário, a entidade reafirma a luta pela redução da jornada de trabalho, sem qualquer redução nos salários dos trabalhadores e pelo fim da escala 6x1.

Para o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), Loricardo de Oliveira, a data evidencia também o papel decisivo da central sindical na construção de avanços e mais direitos para quem vive do próprio trabalho no país.

“Somos a classe trabalhadora e demonstramos nossa capacidade de luta, organização e mobilização, tanto nos locais de trabalho quanto nas grandes pautas nacionais”, afirmou Loricardo, ao destacar o alcance das ações conduzidas pela CUT em todo o país.

Novos desafios
O dirigente lembrou que as mais de quatro décadas de mobilização já consolidaram a CUT como a maior central sindical da América Latina e como uma ferramenta decisiva na defesa dos direitos, da dignidade e dos interesses de toda a classe trabalhadora.

“São 43 anos de muita história, luta, organização, conquistas e vitórias, e temos certeza de que muitas outras ainda virão”, ressaltou. Para Loricardo, a categoria metalúrgica permanece plenamente alinhada à missão e às bandeiras da CUT.

Entre as prioridades deste período está a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial. A reivindicação histórica já ganhou destaque nas mobilizações recentes e busca assegurar mais qualidade de vida, saúde e tempo livre a cada trabalhadora e trabalhador.

“Neste momento, uma de nossas principais bandeiras é a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, uma luta histórica da nossa central”, defendeu o dirigente da CNM/CUT. “Viva a CUT! Viva seus 43 anos de luta e vitória!”, concluiu Loricardo.

O secretário-geral da CNM/CUT, Renato Carlos de Almeida, o Renatinho, também parabenizou a Central e ressaltou sua importância para a organização sindical. “É uma entidade importantíssima para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”, afirmou.

Renatinho destacou o protagonismo da CUT nas conquistas e na construção da história da classe trabalhadora. “Esperamos que ela continue firme e forte, ocupando os espaços de construção das políticas públicas, inclusive em Brasília”, acrescentou.

O presidente da FEM-CUT/MG, Marco Antônio de Jesus, defendeu a continuidade da atuação da Central em favor dos trabalhadores. “Esperamos que a CUT continue a defender a classe trabalhadora, como sempre defendeu”, ressaltou.

Para o dirigente, a redução da jornada e o fim da escala 6x1 devem estar entre as prioridades do próximo período. “Esperamos avançar cada vez mais nessa luta. Esse é o objetivo da nossa Central entre os trabalhadores”, frisou Marco Antônio.

O secretário de Política Sindical da CNM/CUT, Maximiliano Gonçalves, chamou a atenção para a importância da representatividade na construção do futuro da entidade. “Queremos uma CUT inclusiva, que represente toda a classe trabalhadora”, pontuou.

Já o secretário de Comunicação da CNM/CUT, Heraldo Silva Ferreira, projetou uma entidade ainda mais sólida. “Queremos uma CUT atuante, como ela é hoje, muito mais fortalecida e capaz de dar continuidade a todo o legado construído”, observou.

Heraldo também ressaltou a necessidade de envolver as novas gerações nas lutas sindicais. “Queremos dar continuidade a esse legado, especialmente com a juventude, nestes tempos de desafios na relação com o capital”, avaliou.

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